O DESAFIO Central inovou na comemoração do folclore brasileiro, no lugar das lendas focou nas brincadeiras e nas guloseimas, o que agradou muito as crianças, que brincaram de pular corda, amarelinha, morto e vivo, bambolê entre outras, e depois puderam se deliciar com canjica, arroz doce, broa de milho, pé de moleque e muitas outra delícias.
TURNO DA MANHÃ
“É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer...”
A educação é um processo social, é desenvolvimento.
"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)
sábado, 4 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
07 de Setembro - Independência do Brasil
Independência do Brasil
Em 1806, Napoleão Bonaparte decretou o Bloqueio Continental, que proibia o comércio entre os países europeus e a Inglaterra. O país que desobedecesse ao decreto seria invadido e ocupado pelas tropas napoleônicas.
Naquela época, Portugal era governado pelo príncipe-regente D. João, que resolveu fugir com a corte para o Brasil, aqui chegando em 1808, escapando, desse modo, do invasor. Quando Napoleão perdeu o poder, a família real portuguesa e sua corte retornaram a Lisboa, e D. João, então D. João VI, deixou seu filho, D. Pedro, como regente do Brasil.
D. Pedro tornou-se um regente de muito prestígio, razão pela qual D. João VI o aconselhou a voltar à corte portuguesa, em 1822.
No dia 1º de janeiro desse mesmo ano, ele recebeu um manifesto escrito por José Bonifácio, assinado pela junta provincial de São Paulo e do Rio de Janeiro, segundo o qual a Corte de Lisboa, baseada "no despropósito e no despotismo", buscava impor ao Brasil "um sistema de anarquia e escravidão".
Depois de ler o manifesto, D. Pedro assim se expressou: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico", em 9 de janeiro, data conhecida como o Dia do Fico. No dia 11, as tropas portuguesas tentaram obrigar o príncipe a embarcar para Lisboa. Apoiado pelo povo e por tropas leais, D. Pedro resistiu.
Em 1º de agosto, declarou inimigas todas as tropas enviadas de Portugal ao Brasil sem o seu consentimento. No dia 14, partiu para São Paulo para contornar uma crise na província. No dia 2 de setembro, no Rio de Janeiro, sua esposa Dona Leopoldina, depois de ler as cartas chegadas de Lisboa com as abusivas decisões da Corte, reuniu os ministros e enviou as cartas a D. Pedro, por intermédio de mensageiros.
No dia 7 de setembro, o príncipe recebeu as cartas às margens do riacho Ipiranga e resolveu romper com Portugal. Após arrancar a insígnia portuguesa de seu uniforme, sacou da espada e gritou: "Independência ou morte". Era 7 de setembro de 1822.
Hino da Independência
Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
08 de Setembro - Dia Mundial da Alfabetização
Na minha opinião o objetivo da alfabetização é fazer com que a pessoa aprenda a buscar sua realização pessoal e profissional, para que possa exercer sua cidadania, visto ser o analfabetismo o grande causador da exclusão social das camadas mais pobres da população
O Dia 08 de Setembro foi escolhido para comemorar o dia Internacional da Alfabetização e eu que trabalho com Educação não poderia deixar esta data passar em branco. O Brasil já deu um grande passo para a diminuição do analfabetismo, mais ainda tem muito que fazer, Até recentemente, era considerada alfabetizada a pessoa que assinava o próprio nome e sabia ler e escrever coisas básicas. Hoje, só é considerada alfabetizada a pessoa que consegue ler um manual de instrução, exigência mínima do novo mundo do trabalho.
Pesquisando sobre o assunto encontrei uma matéria interessante e estou postando abaixo a reprodução da mesma.
Dia Mundial da Alfabetização
O dia mundial da alfabetização é comemorado em 8 de setembro.
A UNESCO se comprometeu a diminuir os índices de analfabetismo no mundo, pois nos países subdesenvolvidos cerca de 25% de adultos e crianças não sabem ler e escrever, chegando a um total de novecentos milhões de pessoas.
O índice de cidadãos alfabetizados de um país indica o nível de desenvolvimento do mesmo. Quanto mais pessoas analfabetas, menos desenvolvimento. Isso faz com que governantes procurem favorecer suas estatísticas, criando projetos que melhorem essas taxas, mas não garantem o aprendizado, como a educação por ciclos, onde os alunos não podem repetir o ano, sendo aprovados para as séries seguintes, mesmo apresentando grandes deficiências.
Os métodos mais utilizados no processo de alfabetização normalmente levam os nomes de seus precursores. Jean Piaget, Montessori, e Paulo Freire são exemplos disso.
A comemoração da data no Brasil acontece desde 1930, no dia 14 de novembro, data da fundação do Ministério da Educação e Saúde Pública. Foi uma importante conquista do governo de Getúlio Vargas, que havia acabado de tomar posse.
A criação do ministério visava promover o ensino primário e combater o analfabetismo no país.
Em 2000, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizou o censo sobre educação, concluindo que o índice de analfabetismo no país atinge cerca de 13% da população do Brasil com mais de dez anos de idade; a população de analfabetos absolutos de nosso país ultrapassa o número de 16 milhões. Além desses índices, existem as pessoas com mais de quinze anos que não permaneceram por quatro anos nas escolas, consideradas analfabetas funcionais – leem, mas não interpretam, numa margem de trinta milhões de brasileiros.
As grandes incidências de analfabetismo em um país o deixa mais propenso a aceitar as imposições dos governantes, assim como dos meios de comunicação de massa, pois essa parte da população torna-se despreparada para compreender os problemas sociais e lutar por seus direitos enquanto cidadãos.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
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